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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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CAMBOJA: PLANTAS DAS ZONAS HÚMIDAS AJUDAM A FILTRAR DEJETOS HUMANOS

Mäyjo, 01.07.15

casa de banho_a

WC portátil e ecológico

 

NOVO MATERIAL PERMITE LIMPEZA DE DERRAMES APENAS COM REDES DE MALHA

Mäyjo, 01.07.15

malha_SAPO

Uma equipa de investigadores da Universidade Estatal do Ohio, nos Estados Unidos, desenvolveu uma malha em aço inoxidável bastante fina e flexível que num futuro próximo poderá ser utilizada para limpar derrames de petróleo.

Os microscópicos furos da malha permitem que a água passe através dela mas retêm o petróleo graças a uma camada quase invisível que reveste a sua superfície e que tem a capacidade de repelir o petróleo.

Nos testes laboratoriais, os investigadores misturaram água com petróleo e, posteriormente, filtraram a água através da rede. A água conseguiu passar para um recipiente colocado debaixo da malha, mas o petróleo ficou retido na superfície do material, o que permitiu a sua separação de forma bastante fácil, escreve o Phys.org.

Esta malha é uma das nanotecnologias inspiradas na natureza que está a ser desenvolvida na Universidade Estatal do Ohio. As suas potencialidades foram descritas num estudo publicado na revista científica Scientific Reports. Além de ser uma ferramenta útil para limpar derrames de crude, o material pode ainda ser utilizado para detectar depósitos de petróleo subterrâneos. “Se se aumentar a escala do material conseguir-se-á limpar um derrame com a malha”, indica Bharat Bhushan, professor na referida universidade norte-americana.

O desenvolvimento da malha foi inspirado nas pétalas da flor de lótus, cuja superfície repele a água mas absorve o petróleo. Para criar um efeito contrário, os investigadores optaram por cobrir a malha com uma camada repelente derivada de um polímero embebido com moléculas de surfactante.

ILHA ESPANHOLA VAI FICAR 100% DEPENDENTE DOS VENTOS QUE SOPRAM DE ÁFRICA

Mäyjo, 01.07.15

Ilha espanhola vai ficar 100% dependente dos ventos que sopram de África

A ilha de El Hierro, a mais pequena das Canárias, Espanha, vai tornar-se totalmente autossuficiente em energia em Junho, com a inauguração de uma quinta eólica que aproveita os fortes ventos que sopram da costa africana. El Hierro será a primeira massa de terra do mundo a conseguir este feito.

As cinco turbinas serão instaladas na ponta leste da ilha e irão produzir um total de 11.5 megawatts. A ilha tem 10 mil habitantes e nenhuma ligação com qualquer rede de electricidade exterior. A central vai gerar energia suficiente para a procura residencial e alimentar as plantas de dessalinização.

Segundo o Planeta Sustentável, a energia excedente vai servir para bombear água doce de um reservatório perto do porto para uma cratera vulcânica a cerca de 700 metros do nível do mar. Quando houver pouco vento, ela irá ser enviada para um outro reservatório, mais abaixo, e através das turbinas para a geração de electricidade.

“O sistema garante-nos o [total] fornecimento de electricidade”,  explicou Juan Manuel Quintero, diretor do projeto Gorona Del Viento. O projecto custa €79 milhões (R$ 245 milhões).

O governo da ilha detém 60% da central, 30% são da empresa espanhola de energia Endesa e os restantes 10% pertencem a um instituto local de tecnologia. Quintero estima que a receita irá aumentar o orçamento da ilha entre €1 milhão (R$ 3,1 milhões) e €3 milhões (R$ 9,3 milhões).

“Estas receitas podem ser destinadas a residentes locais, para subsidiar preços da água, infraestruturas e políticas sociais”,  explicou o responsável. A central vai cortar 18.700 toneladas de emissões de CO2 por ano e eliminar o consumo atual da ilha de 40.000 barris de petróleo por ano.

Foto:  Mataparda / Creative Commons

Visto de cima

Mäyjo, 01.07.15

Tianguis

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Cidade do México, México

19.428043738°, -99.040952890°

 

Um mercado ao ar livre colorido conhecido como tianguis aparece ao longo da Avenida Bordo de Xochiaca na Cidade do México. Estima-se que existam 1.300 tianguis na cidade, com 50.000 comerciantes participantes.

POLUIÇÃO DO CAIS DO SODRÉ EQUIVALENTE À DO PORTO DE HAMBURGO, VENEZA E BARCELONA

Mäyjo, 01.07.15

cais sodre_SAPO

Os níveis de poluição medidos no Cais do Sodré são idênticos aos do porto de Hamburgo, o que é pouco recomendável, segundo a Quercus. A ONGA (Organização Não-Governamental de Ambiente) está a avaliar a poluição nos portos de Lisboa, em conjunto com a NABU, uma associação de defesa do ambiente alemã, e as medições realizadas no terminal de ferries no Cais do Sodré e no terminal dos navios de cruzeiro, em Santa Apolónia, registam valores muito elevados de poluição atmosférica.

“Neste momento, no terminal de cruzeiros de Santa Apolónia, estão dois cruzeiros atracados a receber passageiros, e estamos com níveis de 20 mil partículas por centímetro cúbico. É um valor bastante elevado, tendo em conta que para um ar considerado limpo, os níveis deveriam estar nas mil partículas por centímetro cúbico”, sublinhou à agência Lusa Mafalda Sousa, da Quercus.

Este tipo de poluição é causado por partículas de muito pequena dimensão e que entram facilmente no sistema respiratório. Muitas são compostas por carbono negro, uma substância considerada carcinogénica, que pode provocar asma, bronquites e agravar problemas respiratórios já existentes.

Como referência, no meio da cidade de Berlim, os técnicos da NABU mediram valores de seis mil partículas por centímetro cubico. Daniel Rieger, técnico da NABU, explicou à agência Lusa que as pessoas desconhecem a qualidade do ar que respiram na cidade e a acção da associação de defesa do ambiente alemã é precisamente dar a conhecer o que acontece nos principais portos europeus através do projecto Clean Air Ports.

“Temos equipamentos que avaliam as emissões de partículas, óxidos de enxofre e óxidos de azoto, e os valores que foram registados de poluição causada pelos dois navios aqui agora ancorados são muito superiores aos da poluição causada pelo tráfego e vão no ‘fumo’ para o centro da cidade, onde as pessoas vivem e o respiram todos os dias”, explicou Daniel Rieger.

O especialista referiu que os resultados encontrados em Lisboa são comparáveis aos medidos em outros portos europeus com navios de cruzeiro, como Veneza, Barcelona, Bergen (Noruega) e Hamburgo (Alemanha). Tais resultados devem-se ao facto de os navios estarem a navegar com “combustíveis muito pesados e sujos, sem fazerem nada para filtrar o ar poluído”.

Mafalda Sousa adiantou que os dados agora recolhidos vão ser apresentados à Administração do Porto de Lisboa (APL), com sugestões e recomendações de como pode ser melhorado o desempenho deste tipo de navios.

Foto: Pedro Ribeiro Simões / Creative Commons

Obrigada

Mäyjo, 01.07.15

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Você sabia?

A palavra “obligatu”, que significa “ligado a você”, é de origem latina e, quando nós agradecemos, estamos ligados à pessoa que nos fez o favor. É algo que sai do nosso coração para o dela. Bonito, né?

Então, pela amizade e o carinho de todos os dias, Muito Obrigado!